ACUPUNTURA  e

PSICOLOGIA

O Casamento que deu certo!

           

Por que esta “dobradinha” vem dando tão certo? A resposta é muito simples: Ambas atuam sobre as emoções reprimidas (fatores internos do homem). Conseqüentemente, buscam equilibrar juntas, os distúrbios da energia humana através desta associação terapêutica ocidental e oriental, investindo na demanda psicológica. E quem ganha? Obviamente, é o paciente!

O processo de adoecer é algo lento e, geralmente, é deflagrado em função do desequilíbrio das energias Yin e Yang na visão oriental ou através do processo neurótico que atua sobre as psicoestruturas conscientes e inconscientes na visão clássica ocidental.

Uma vez instalada, a patologia, em níveis crônicos ou agudos, poderá ser eficientemente combatida, revertendo, estabilizando e/ou eliminando os sintomas progressivamente. Dependendo do histórico (anamnese) colhido em cada prontuário psicológico. Aquilo que nós, os Psicólogos, chamamos de emoção e, a Medicina Tradicional Chinesa chama de energia, é na verdade um casamento feliz!

Em outras palavras, o que fazemos com a acupuntura é desobstruir o bloqueio energético, liberando o fluxo livre da energia, que volta a circular nos meridianos correspondentes, facilitando o trabalho terapêutico de associação psíquica. Logo, se podemos instalar todas essas alterações necessárias ao potencial elétrico do paciente, também podemos fortalecer essas mesmas energias sutis, promovendo o equilíbrio necessário e, permitindo que, novamente, “elas” voltem a circular livremente através do seu corpo físico e mental.

O homem é o criador das suas próprias doenças!

De fato, se assim é, ele também é o criador da sua própria cura. Nada é mais lógico! No entanto, a questão maior é: Queremos mesmo ser curados? Quais os ganhos secundários que nós mantém doentes? São conscientes ou inconscientes? Tal como a “auto-sabotagem” que vem nos prejudicando durante anos a fio? Enfim, não é apenas a Psicologia manipulando a acupuntura que nos fará sadios e fortes, é, sobretudo uma questão existencial de escolha entre a vida e a morte. A velha dicotomia entre o bem e o mal que habita cada um de nós e, nos faz sofrer, remoendo antigas e novas culpas que arrastamos como pesadas correntes atadas aos pés e que nos impem de sermos realmente mais livres, sadios e felizes.

O trabalho da acupuntura através da Psicologia, não é necessariamente a cura completa da patologia em questão. Nem sempre é bom retirar a bala (projétil) entranhada no corpo da vítima, sob risco de se perder a vida. Na verdade, a doença psíquica foi à melhor forma que a mente encontrou para continuar vivendo... Em outras palavras, cada caso é único e repleto de uma sabedoria natural, que na maioria das vezes, não somos sequer capazes de compreender o que está acontecendo.

Com isto, a duração e a freqüência dos tratamentos poderão variar de acordo com os comprometimentos envolvidos na produção deste ou daquele sintoma. Mas, uma coisa é certa! A Psicologia manipulando a Acupuntura poderá ser o maior alívio para os sofrimentos da mente humana neste novo milênio, um romântico caso verídico, de um casamento que já deu certo!

Dr. Marcos Calmon

CRP 05 / 32.619

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